Quem anda por São Paulo está sujeito a encontrar os mais variados tipos de pessoas, com os mais variados tipos de comportamento, humor e educação. Nas regiões mais afastadas do núcleo comercial central, venho notando que o perfil dos habitantes muda de forma de forma relativamente considerável no que cita os aspectos citados no começo desse post. Para começar, saia de casa em um dos bairros carentes da zona Sul de São Paulo as 6:00 AM e tente repetir esta mesma experiência no Alto de Pinheiros por exemplo. A diferença do comportamento, humor, educação e da beleza dos moradores muda drasticamente. Na periferia você é praticamente ignorado por tudo o que tem vida. Sua vizinha mora ao seu lado há seis anos e é incapaz de te der um simples “Bom Dia” ao sair para trabalhar no mesmo horário do que você. Transporte público nessas horas torna-se um verdadeiro calvário para quem tem uma certa rispidez contra a arrogância e ignorância. Antigamente as pessoas sentavam-se ao seu lado no ônibus e pediam “com licença” para sentar e as vezes para se levantar também. Hoje elas sentam ao seu lado, “te espremem” contra a janela (Na periferia se encontra a maior concentração de mulheres obesas da Cidade) e nem olham na sua cara. Quando a situação é reversa, elas ou eles estão sentados no lado da janela e vão descer, eles levantam e simplesmente forçam a passagem sem dizer nada de respeitoso com a pessoa que compartilha deste assento coletivo.
A cada dia que passa eu me pergunto: Será que a conquista da casa própria com dois cômodos no fim do mundo, teria deixado essas pessoas com este “ar de superioridade”, ou será que eles inconscientemente criaram um mecanismo psíquico de defesa, que para deixá-los com um complexo de inferioridade menor, fazem com que eles hajam com esta extrema arrogância?
Ser pobre não é necessariamente um defeito, agora ser pobre metido a patrão, dentro de uma lotação que sai do Jd. Graúna as 06h00min é um defeito grave. Humildade e algumas sessões de psicoterapia são a solução. Sejam humildes, afinal vocês não moram em um condomínio de luxo, nem andam de carro importado, nem tem um salário astronômico, e nem viajaram para a Suécia nas últimas férias. E lembrem-se vocês estudam na UNIBAM ou na UNINOVE, não em Princentown ou Havard.
A cada dia que passa eu me pergunto: Será que a conquista da casa própria com dois cômodos no fim do mundo, teria deixado essas pessoas com este “ar de superioridade”, ou será que eles inconscientemente criaram um mecanismo psíquico de defesa, que para deixá-los com um complexo de inferioridade menor, fazem com que eles hajam com esta extrema arrogância?
Ser pobre não é necessariamente um defeito, agora ser pobre metido a patrão, dentro de uma lotação que sai do Jd. Graúna as 06h00min é um defeito grave. Humildade e algumas sessões de psicoterapia são a solução. Sejam humildes, afinal vocês não moram em um condomínio de luxo, nem andam de carro importado, nem tem um salário astronômico, e nem viajaram para a Suécia nas últimas férias. E lembrem-se vocês estudam na UNIBAM ou na UNINOVE, não em Princentown ou Havard.
Nenhum comentário:
Postar um comentário