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terça-feira, 24 de maio de 2011

Homens problema – O Maloqueiro.



Tipo predominante nas principais cidades do país. Condicionados a um estilo de vida pobre e totalmente desprovidos de cultura ou qualquer artifício que denote educação básica por parte deles, os maloqueiros. Seus costumes são oriundos da cultura de rua norte americana, porém como não somos desenvolvidos o suficiente para ter uma estável e constante fonte de renda, os maloqueiros tem duas opções: Entrar para o crime: (80% do total de maloqueiros o fazem) ou usar acessórios providos do mercado paralelo (Falsificados). Reconhecer um deles é bem simples: Basta andar pelos distritos de Santo Amaro, Grajaú, Parelheiros, Guaianazes, Cidade Tiradentes, Brasilândia e outros subúrbios brasileiros com o IDH inferior a -0.3, e vocês não terão dificuldade de encontrar o ser ensebado usando blusa de moletom com bermuda de surfwear.
Com um vocabulário próprio dialogar com um maloqueiro é quase impossível caso você tenha um
QI superior a 80 pontos. Para citar alguns exemplos do dialeto do maloqueiro:
“E ai jhow?” – Olá
“Vamo colá ali no fliper, jão, batê umas ficha” – Vamos até o Fliperama jogar.
“Se liga no papo reto: teu macho é talarico” – Escute com atenção o que eu vou te dizer: seu cônjuge sai com mulheres comprometidas.
“Aé Jão” – Outra Variação de uma saudação.
Seus relacionamentos (Sic) São conturbados, violentos, inaceitáveis e todos os maus adjetivos que possa qualificar um relacionamento ruim. Suas parceiras geralmente são mulheres que optaram por sair da prostituição, dançarinas de bailes funk da periferia, putinhas de call Center, estudantes da Uniban, piriguetes e outras variações de mulheres vulgares. Está namorando um maloqueiro? Cuidado. Há uma probabilidade de 1 e 1.000.000.000 de que seu relacionamento dê certo e de que vocês casem e conquistem o sonho da casa própria, pois na maioria dos casos o que ocorre é o oposto: Vocês se casam, a mulher fica grávida, o maloqueiro não assume a criança e a mulher é obrigada a voltar para a casa dos pais com um moleque que descende deste perfil urbano em franco crescimento.

Como se vestem? – Roupas de moletom (independente da temperatura) e marcas como Rusty, Oakley (bem de maloqueiro mesmo), Sun Rocha, fatal, Natural art etc. Sempre estarão de bonés e com um corte de cabelo em duas variações de altura. Em sua maioria tem uma expressão prepotente e arrogante, pois acham que seus uniformes falsificados lhes dão poder e status.

Aonde encontrá-los? – Em qualquer lugar onde haja uma grande concentração de motocicletas Honda com 125 cilindradas, seu meio de transporte favorito. Comum vê-los trabalhar em lotações como cobradores também, só para desencargo de consciência. Nos bailes funk, totalizam 100% das pessoas presentes.

Como evitá-los? – Estuda na Uniban? Gosta de funk? É uma piriguete? Se a resposta para estas perguntas foram um não, já se tem 75% de chances de evitá-los. Para banir esse tipo do seu pé de vez, tenha uma atitude cool: Ouça Rock, leia e discuta um bom livro e mostre interesse por coisas que esses manes nunca terão contato: Aviação civil, Arte barroca, medicina alternativa etc... As únicas coisas que eles entendem são: Moto, futebol e funk.

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